O encerramento de 2025 trouxe consigo uma claridade necessária sobre o rumo da maior potência mundial. Durante meses, o consenso económico previu um cenário de estagflação e recessão severa devido à política comercial agressiva. No entanto, ao analisarmos a economia dos EUA 2025, os indicadores revelam uma narrativa oposta: um sucesso assente na redução do peso do Estado e no fortalecimento do setor privado.

Neste artigo, vamos dissecar os dados reais que desmontam as previsões pessimistas e explicam por que razão o modelo de oferta está a dar frutos inesperados.
1. O Corte no Gasto Público e a Redução do Défice
Um dos pilares que sustenta a economia dos EUA 2025 é o combate frontal ao desperdício estatal. Contrariando as expectativas de que o défice fiscal iria disparar, a administração Trump fechou o ano com uma redução de 22% no défice.
Esta meta foi atingida através de medidas drásticas mas eficazes:
- Redução do Emprego Federal: Foram eliminados cerca de 217.000 cargos políticos federais, herança de administrações anteriores que inflaram a máquina pública.
- Corte no Gasto Público: O gasto federal sofreu uma contração de 10%, priorizando a eficiência e devolvendo recursos para a economia real.
- Desregulação Ativa: A implementação da regra de eliminar dez regulamentações antigas por cada nova norma aprovada permitiu uma agilidade sem precedentes ao setor produtivo.
2. Crescimento Económico e Salários Reais
Enquanto os seus pares (Alemanha, França, Itália e Japão) lutam com o estancamento, a economia dos EUA 2025 destaca-se como a economia desenvolvida que mais cresce. Segundo os dados da Reserva Federal de Atlanta, o PIB está a crescer a uma taxa anualizada de 3,8% no terceiro trimestre.
Consulta os dados atuais da FED de Atlanta em: GDPNow – Federal Reserve Bank of Atlanta
O fator mais relevante para o cidadão comum é, contudo, o aumento dos salários reais. Pela primeira vez em anos, o poder de compra dos americanos superou os níveis de 2019. Enquanto a inflação anterior corroía os rendimentos, a política atual focada na oferta permitiu um crescimento do emprego privado doméstico robusto, acompanhado por ganhos salariais que superam a inflação.
3. A Falácia da Estagflação e os Títulos de Dívida
Os críticos previam que a rentabilidade exigida pelos títulos de dívida (Yields) dispararia para os 6% ou 7% devido ao risco fiscal. A realidade da economia dos EUA 2025 mostra os rendimentos dos títulos de divida do governo Americano a 10 anos a negociar claramente abaixo dos 4,25%.
Este comportamento do mercado de dívida sinaliza confiança. Os investidores reconhecem que a contribuição para o PIB é agora de maior qualidade: mais investimento, mais consumo privado e menos gasto público inútil. A descida controlada da inflação permitiu inclusive que a Reserva Federal baixasse as taxas de juro, validando a saúde macroeconómica do país.
4. O Comércio Externo e o Novo Equilíbrio
Outro ponto crítico na análise da economia dos EUA 2025 é o défice comercial. As políticas comerciais, muitas vezes apelidadas de protecionistas, resultaram numa redução significativa dos desequilíbrios externos. Ao incentivar a produção interna e reduzir a dependência de cadeias de suprimento ineficientes, os EUA conseguiram fortalecer a sua balança comercial sem sacrificar o crescimento.
Conclusão: O Caminho para 2026
Os dados do primeiro ano de Trump são inquestionáveis. A economia dos EUA 2025 provou que a desregulação econômica e baixos impostos. O FMI já projeta um crescimento mínimo de 2,3% para 2026, consolidando os EUA como o motor do crescimento global.
Os fundamentos de 2025 mostram que o regresso à lógica económica clássica foi o antídoto necessário para a estagnação.
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